Banda Prodígios e Celina Caiçara

Banda Prodígios e Celina Caiçara

sexta-feira, 1 de maio de 2009

01/05/2009 | 23:04
Aumenta para 7 número de casos suspeitos de gripe suína no Brasil

Aumentou para sete o número de casos suspeitos de gripe suína no Brasil. De acordo com boletim do Ministério da Saúde, desta sexta-feira, são três pacientes suspeitos em Minas Gerais, dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um no Espírito Santo. Até quinta-feira, o Rio e o Espírito Santo não registravam casos suspeitos da doença. Outros 41 pacientes estão sendo monitorados em 14 estados, por terem sintomas similares ao da gripe suína. Todos os casos suspeitos estiveram em países onde a doença já foi registrada. Nos Estados Unidos, 109 já foram confirmados.
Até quinta-feira, eram quatro casos suspeitos em todo país e mais 42 monitoradas. Os casos monitorados são dois no Amazonas, um no Mato Grosso do Sul, um em Minas Gerais, um no Pará, quatro no Paraná, sete no Rio de Janeiro e um em Santa Catarina. Em nota, o Ministério da Saúde afirma ainda que 17 casos já foram descartados no país.
A confirmação da doença só deve acontecer em dez dias, após a chegada ao Brasil de reagentes encomendados a laboratórios particulares do exterior.
A pasta afirma ainda que os casos suspeitos são caracterizados por apresentar febre alta de maneira repentina (acima de 38ºC) e tosse, podendo estar acompanhadas de algum dos seguintes sintomas: dificuldade respiratória e dor de cabeça, musculares e nas articulações. Os sintomas devem ter aparecido até 10 dias após sair de áreas afetadas pela doença ou após ter estado em contato com uma pessoa classificada como caso suspeito de influenza suína. A recomendação para as pessoas que sentem algum dos sintomas e que passaram por áreas afetadas é procurar um serviço público de saúde imediatamente.
Até a divulgação a tarde desta sexta-feira, a Organização Mundial de Saúde reconhecia a existência de casos suspeitos em 14 países: México, Estados Unidos, Canadá, Espanha, Reino Unido, Nova Zelândia, Israel, Alemanha, Áustria, Suíça, Holanda, China, Hong Kong e Dinamarca.
O Ministério da Saúde desde, quinta-feira, também decidiu que não chamará mais a doença de gripe suína e sim de influenza A (H1N1), conforme determinação da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Nesta quinta-feira, três pessoas que eram monitoradas no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte receberam alta após exames realizados pela Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, descartarem a possibilidade deles terem contraído o vírus da gripe suína.
Por determinação do Ministério da Saúde e após a confirmação de um caso de gripe suína na América do Sul, todos os voos internacionais que chegam aos aeroportos do país serão inspecionados por agentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo o coordenador da Anvisa no Rio, Marcelo Felga, os seis agentes que trabalham no Rio receberam apoio de 12 profissionais das secretarias municipal e estadual de Saúde. A elevação do nível de risco de uma pandemia, de 4 para 5, pela Organização Mundial de Saúde também contribuiu para a decisão.
No aeroporto Tom Jobim, no Rio, poucos passageiros de voos vindos dos Estados Unidos e do Panamá desembarcaram usando máscaras de proteção. Alguns funcionários da TAM que trabalham no desembarque de passageiros também usam proteção. Um deles contou que a empresa deixou seus funcionários à vontade para optar pelo uso ou não das máscaras.
Funcionários da Receita Federal e agentes de segurança da Infraero também passaram a trabalhar, na área restrita do Aeroporto Internacional Tom Jobim, com máscaras e luvas como forma de não ficarem expostos ao contato direto com passageiros. A medida passou a ser adotada nesta quarta na recepção de todos os voos internacionais.
Márcio Roberto Santezo Baptista, chefe da equipe de conferência de bagagem, informou que a decisão de usar máscaras e luvas foi tomada pelos próprios funcionários. Ao todo, são 60 fiscais na equipe da Receita no aeroporto.
No aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos, fiscais da Anvisa de outros estados estão sendo convocados. O esquema foi implantado nesta sexta-feira. Antes, apenas os voos procedentes de países que já tinham confirmados casos como México, Estados Unidos e Canadá estavam sendo inspecionados pelos fiscais da Anvisa.
Da Agência O Globo
Políticos se dividem sobre fim da Lei de Imprensa

Supremo Tribunal Federal determina fim da regulamentação, que foi criada durante a ditadura militar

AE - Agencia Estado

BRASÍLIA - Políticos com histórico de defesa da liberdade de imprensa, ou que têm se dedicado ao tema, ficaram divididos quanto ao que deverá ser feito em relação ao assunto, agora que o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a Lei de Imprensa.
Para o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), professor de direito constitucional, não é necessário criar nenhuma legislação nova, visto que a Constituição garante tanto o direito à informação quanto o sigilo da fonte e a punição por eventuais abusos. ?Na minha opinião, basta aplicar a Constituição?, disse Temer. ?Não é preciso mais nada.?
O senador Marco Maciel (DEM-PE) afirmou que o País precisa, sim, votar uma nova lei. ?A Lei de Imprensa é incompatível com a Constituição. Contudo, sua simples revogação nos coloca diante da necessidade de nova lei que esteja em harmonia com o Estado de Direito e atenta às novas tecnologias.? O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) concordou com Temer. ?Tudo pode ser resolvido pela Constituição, que garante o direito à liberdade de informação, e pelo Código Penal, para abusos?, afirmou.
O deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR), que antes de se tornar político fez sua dissertação de mestrado sobre o tema, defendeu a votação de nova legislação. ?Entendo que uma nova lei deveria regulamentar a Constituição, criando regras claras para o direito de resposta e a forma de se fazer as reparações.? As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

MEU COMENTÁRIO:
UMA VERGONHA PARA ESSES POLITICOS QUÊ AFIRMARAM QUE PRECISARÁ VOLTAR UMA NOVA LEI DE IMPRENSA,ISSO SIGNIFICA QUE ELES ESTÃO TEMENDO QUE A IMPRENSA CONTINUE TENDO LIBERDADE DE DESCOBRIR AS MARACUTÁIAS QUE ANDAM FAZENDO,A IMPRENSA SEMPRE TEVE LIVRE ACESSO EM TODAS AS REUNIÕES DE POLITICOS ONDE QUER QUÊ ESTEJAM, LA ESTÁ A IMPRENSA TRABALHANDO E DEIXANDO A POPULAÇÃO MUITO BEM INFORMADA, SE ESTÃO QUERENDO MUDAR OU VOTAR PARA UMA NOVA LEI DE IMPRENSA,OLHA OLHA SENADORES ISSO TAMBEM QUER DIZER QUE ALGO DE ERRADO VOCÊS ESTÃO FAZENDO NÃO É? (A IMPRENSA É E SEMPRE SERÁ O 4ºPODER NESTE MUNDO SENADORES!)
ÁFRICA
ATUALIZADO EM 01-05-09 ÀS 11:40 HORÁRIO DE BRASILIA
Mulheres do Quênia fazem greve de sexo por governo de união

Ativistas pediram às mulheres do presidente e do premiê que participem da greve
Grupos de ativistas mulheres no Quênia estão promovendo uma semana de greve de sexo em protesto contra as disputas dentro do governo de coalizão do país. Segundo elas, a greve é uma tentativa de evitar que se repita a onda de violência que afetou o país depois das eleições de 2007.
O grupo Organização de Mulheres pelo Desenvolvimento afirmou que também vai pagar prostitutas para que elas participem da greve. As ativistas pediram ainda às mulheres do presidente e do primeiro-ministro do Quênia que se unam ao protesto.
As relações entre os parceiros da coalizão de governo do Quênia, liderada pelo presidente Mwai Kibaki e pelo primeiro-ministro Raila Odinga, vêm se tornando cada vez piores.

Campanha no quarto

Patricia Nyaundi, diretora-executiva da Federação de Advogadas Mulheres (Fida), uma das organizações que participam da campanha, disse esperar que a greve de sete dias obrigue os rivais a se entender.
Ela afirmou que a campanha vai começar no próprio quarto, e que já foram enviadas emissárias para convencer Ida Odinga (mulher do primeiro-ministro) e Lucy Kibaki (mulher do presidente) a participar e liderar o protesto.
"Grandes decisões são tomadas durante conversas na cama, então, estamos pedindo a essas duas senhoras que neste momento de intimidade peçam aos maridos: ‘Querido, você pode fazer alguma coisa pelo Quênia?'", disse Patricia ao programa Focus on Africa, da BBC.
Mas segundo a correspondente da BBC em Nairóbi Anne Waithera, a campanha deve enfrentar dura resistência por parte de alguns homens.
Segundo ela, alguns homens podem argumentar que não aguentam nem dois dias de abstinência.
A campanha está sendo apoiada por vários outros grupos, entre eles uma rede de grupos de mulheres na zona rural do país.
O presidente Kibaki e o premiê Odinga concordaram em formar uma coalizão de governo no ano passado para por fim à violência que tomou conta do país após as eleições. Na ocasião, 1.500 pessoas morreram e 300 mil tiveram que deixar suas casas.
Mas as relações entre os dois pioraram, com o partido de Odinga reclamando que ele foi colocado em segundo plano e protestando contra tudo, desde a reforma eleitoral até a falta de um banheiro para o primeiro-ministro durante uma recente visita oficial.
Correio da Manhã