BRASÍLIA E RIO - O Ministério da Educação (MEC) admitiu que candidatos a vagas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que tentaram fazer sua inscrição na noite desta segunda-feira tiveram acesso a dados pessoais, inclusive as notas, de outros participantes. Segundo o MEC, isso ocorreu por volta das 20h, quando a página do Sisu foi reativada, após ter ficado cerca de 30 minutos fora do ar, das 19h30 às 20h. A assessoria de imprensa do MEC diz que o problema foi corrigido ontem à noite e que não estaria mais ocorrendo.
No entanto, o estudante Caio Henrique Figueiredo contou que teve os dados de sua inscrição alterados. Depois de muito custo, ele conseguiu se inscrever em Engenharia de Produção, no Cefet, como primeira opção e Engenharia Naval na UFRJ, como segunda escolha. Por volta de 20h30m desta segunda, após ouvir boatos de que estudantes estavam acessando dados de outros candidatos, ele entrou no Sisu e viu que suas opções haviam sido alteradas para cursos de Matemática nas universidade federais de São Carlos e Ouro Preto.
- Estou tentando entrar no Sisu de novo para consertar, mas não consigo, pois o sistema está ruim. Estou preocupado, cansado e indignado. Do que adianta o prazo ser prorrogado se vão mudar os meus cursos? - indagou o estudante.
Segundo relato de leitores do GLOBO, estudantes que tentavam fazer sua inscrição conseguiram acessar dados de outros candidatos. Valéria Marins contou que na única vez que conseguiu entrar na página do Sisu para fazer inscrição com seu filho Luís Felipe, o site carregou os dados de uma outra candidata.
- Eu e meu filho passamos o dia tentando acessar o Sisu e até 20h40m não conseguimos. A única vez que tivemos acesso apareceram os dados de outra pessoa, Marilza Aparecida Sena, cujo número de inscrição é totalmente diferente. Mas na tela apareceu o nome dela , suas notas e opções. O sistema está permitindo vioalação de dados. Isso é um absurdo. Vi que não
era o do meu filho e saí. Mas será que outras pessoas vão ter essa linha de pensamento? - questionou Valéria.
A leitora Katylene de Jesus também enfrentou o mesmo problema. "Além de ter passado o dia tentando fazer minha inscrição e não conseguir, agora toda vez que consigo acessar a primeira página para me inscrever ela aparece com nomes de outras pessoas e com suas notas. Que falta de respeito com os alunos, quantos absurdos mais teremos que aturar?", escreveu ela no "Eu-repórter". Robson Leal também enviou relato semelhante. "A nova agora desse sistema '100% confiável' é que você utiliza o seu login pra acompanhar o processo do Sisu e entra no login de outra pessoa! Sinceramente, aconselho ao povo não fazer inscrição por hoje e nos mobilizarmos frente ao MEC para acabar com essa vergonha".
Atendendo uma decisão judicial, o MEC prorrogou as inscrições do Sisu 2011 até quinta-feira (20) às 23h59m. A Justiça determinou ainda que a reserva de vagas do Sisu para estudantes originários da escola pública da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), antes restrita aos alunos do Rio, fosse estendida aos da rede pública de todo o país. A direção da UFRJ decidiu não recorrer e cumprir integralmente o que determina a Justiça.
Você se sentiu prejudicado durante a inscrição e pretendo recorrer à justiça? Conte aqui
Veja os locais de acesso gratuito à internet na Região Serrana do Rio para inscrição no Sisu 2011
Segundo o MEC, nas próximas horas, será divulgado novo cronograma de datas das inscrições no Programa Universidade para Todos (ProUni) e das matrículas nas universidades federais e nos institutos federais de educação, ciência e tecnologias.
Olá gente tudo bem? quero contar com a sua participação no programa AMANHECER COM DEUS, todos os sábados e domingos das 4 as 6:30 da manhã na rádio Alvorada Gospel 990 AM espero você! Ligue: 3291-8035 / 9922-0881 / 8136-4326 / 8803-2982
Banda Prodígios e Celina Caiçara
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Alunos acessam dados de outros candidatos no SiSU
Estudantes relatam que realizaram login no site e tiveram acesso a informações de outras pessoas. MEC diz que corrigiu problema
Lucien Adedo, especial para o iG | 17/01/2011 21:49 - Atualizada às 22:02
A série de problemas relacionados ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU) parece não ter fim. No início da noite desta segunda-feira, estudantes denunciaram ao iG e em comunidades na internet o vazamento de dados na página do SiSU. Segundo relatos de candidatos que entraram no site usado para distribuir vagas em 83 instituções públicas de ensino, após fetuar o login, apareceram informações de outras pesooas. Esses dados poderiam até ser alterados.
É o caso de Isabele Helena Furigo Silva, 21 anos, que tenta uma vaga em Ciência e Tecnologia na Universidade Federal do ABC. A estudante acessou o site por volta das 19h30 e notou o erro. “As informações estão todas trocadas no sistema. Você entra com o seu login e aparecem outras universidades, outras notas, outros dados". Inicialmente, Isabele achou que se tratava de "um erro bobo", mas depois que fechou o sistema e não conseguiu mais entrar, ficou com medo. “Eu tinha feito a minha inscrição no SiSU com muita facilidade, já no domingo. Estava até pré-classificada, agora já não sei como está a situação", diz.
No Orkut, o tópico “Vazamento de Dados”, da comunidade “Enem – ProUni- Sisu” reunia 1484 postagens de pessoas que se depararam com o mesmo problema até as 21h40. Algumas dizem, inclusive, que os dados de terceiros apresentados podiam até ser alterados.
Em comunidade no Orkut, estudantes afirmam ter acesso a dados de terceiros no site do SiSU
O iG entrou em contato com o Ministério da Educação (MEC) que, reconheceu a nova falha no site, mas tranquilizou os estudantes. Em mensagem publicada no Twitter por volta das 22h15, informou que a troca nos perfis foi identificada às 20h30 e já foi solucionada. "Nenhum dado foi alterado no nosso servidor", garante o ministério.
Lucien Adedo, especial para o iG | 17/01/2011 21:49 - Atualizada às 22:02
A série de problemas relacionados ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU) parece não ter fim. No início da noite desta segunda-feira, estudantes denunciaram ao iG e em comunidades na internet o vazamento de dados na página do SiSU. Segundo relatos de candidatos que entraram no site usado para distribuir vagas em 83 instituções públicas de ensino, após fetuar o login, apareceram informações de outras pesooas. Esses dados poderiam até ser alterados.
É o caso de Isabele Helena Furigo Silva, 21 anos, que tenta uma vaga em Ciência e Tecnologia na Universidade Federal do ABC. A estudante acessou o site por volta das 19h30 e notou o erro. “As informações estão todas trocadas no sistema. Você entra com o seu login e aparecem outras universidades, outras notas, outros dados". Inicialmente, Isabele achou que se tratava de "um erro bobo", mas depois que fechou o sistema e não conseguiu mais entrar, ficou com medo. “Eu tinha feito a minha inscrição no SiSU com muita facilidade, já no domingo. Estava até pré-classificada, agora já não sei como está a situação", diz.
No Orkut, o tópico “Vazamento de Dados”, da comunidade “Enem – ProUni- Sisu” reunia 1484 postagens de pessoas que se depararam com o mesmo problema até as 21h40. Algumas dizem, inclusive, que os dados de terceiros apresentados podiam até ser alterados.
Em comunidade no Orkut, estudantes afirmam ter acesso a dados de terceiros no site do SiSU
O iG entrou em contato com o Ministério da Educação (MEC) que, reconheceu a nova falha no site, mas tranquilizou os estudantes. Em mensagem publicada no Twitter por volta das 22h15, informou que a troca nos perfis foi identificada às 20h30 e já foi solucionada. "Nenhum dado foi alterado no nosso servidor", garante o ministério.
Chico Anysio não está mais sedado, mas segue no CTI
O último boletim médico divulgado sobre o estado de saúde de Francisco Anísio Paula Filho, o Chico Anysio, diz que "que o paciente continua no CTI e não está mais sedado", de acordo com o médico Luiz Cesar Cossenza Rodrigues, Clínico Geral Intensivista e Cardiologista do Hospital Samaritano do Rio de Janeiro, após a visita de hoje. Ele está internado no hospital desde o dia 2 de dezembro do ano passado.
Ele respira melhor e necessita cada vez menos do suporte mecânico para tal. Está lúcido e interage com as pessoas a sua volta. A pneumonia diagnosticada na base do pulmão direito já está controlada.
Chico chegou ao hospital com um quadro de falta de ar. Após avaliação inicial, foi detectada obstrução da artéria coronariana e o comediante foi submetido à angioplastia, procedimento que desobstrui as artérias.
Durante o período pós-operatório ele apresentou novo quadro de falta de ar, tendo sido diagnosticado um tamponamento cardíaco, que acontece quando o sangue se acumula entre as membranas que envolvem o coração (pericárdio).
Não há previsão de alta.
Record erra e divulga prisão de ator global. Saiba tudo!
Telejornal 'Fala Brasil' informou que Matheus Nachtergaele havia sido preso em SP por porte de arma. O ator estava no RJ na hora da suposta prisão
Renato Rocha Miranda/TV Globo
O diretor e ator global Matheus Nachtergaele ('América' e 'Da Cor do Pecado') foi confundido com um ator preso na noite da última terça (22), no Morumbi, em São Paulo, por porte ilegal de arma.
A situação delicada ocorreu após o telejornal 'Fala Brasil', da Record, divulgar a informação de que o ator teria sido preso pela ocorrência. Apesar da assessoria do artista e a polícia negar a informação, a notícia causou enorme transtorno a Matheus.
A assessoria afirmou que Nachtergaele havia chegado do Acre e que estava em sua casa no Rio de Janeiro. Ainda de acordo com o assessor, o ator odeia armas.
Segundo o site 'Ofuxico', um investigador do Distrito Policial no qual o ator teria sido levado explicou a suposta confusão: 'Tivemos um caso com um ator, que também chama Matheus e tem um sobrenome parecido. Ele foi preso pela Polícia Militar por volta das 3h20, nesta madrugada, com um grupo de pessoas. Eles foram soltos e será gerado um inquérito'.
Mel Gibson xinga atriz e é acusado de racismo em festa
Marcelo Novaes e Letícia Spiller 'reatam' casamento
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Estudante de Umuarama vence o Miss Paraná
De acordo com a polícia, o erro aconteceu devido a um repórter que acompanhou a prisão e teria identificado o preso como sendo o ator.
Por volta das 12h30, na edição do Record Notícias, a emissora divulgou um comunicado pedindo desculpas ao ator global, retificando a informação de que ele teria sido detido. A repórter confirmou a versão da polícia de que o verdadeiro preso teria o sobrenome parecido com Nachtergaele.
Renato Rocha Miranda/TV Globo
O diretor e ator global Matheus Nachtergaele ('América' e 'Da Cor do Pecado') foi confundido com um ator preso na noite da última terça (22), no Morumbi, em São Paulo, por porte ilegal de arma.
A situação delicada ocorreu após o telejornal 'Fala Brasil', da Record, divulgar a informação de que o ator teria sido preso pela ocorrência. Apesar da assessoria do artista e a polícia negar a informação, a notícia causou enorme transtorno a Matheus.
A assessoria afirmou que Nachtergaele havia chegado do Acre e que estava em sua casa no Rio de Janeiro. Ainda de acordo com o assessor, o ator odeia armas.
Segundo o site 'Ofuxico', um investigador do Distrito Policial no qual o ator teria sido levado explicou a suposta confusão: 'Tivemos um caso com um ator, que também chama Matheus e tem um sobrenome parecido. Ele foi preso pela Polícia Militar por volta das 3h20, nesta madrugada, com um grupo de pessoas. Eles foram soltos e será gerado um inquérito'.
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De acordo com a polícia, o erro aconteceu devido a um repórter que acompanhou a prisão e teria identificado o preso como sendo o ator.
Por volta das 12h30, na edição do Record Notícias, a emissora divulgou um comunicado pedindo desculpas ao ator global, retificando a informação de que ele teria sido detido. A repórter confirmou a versão da polícia de que o verdadeiro preso teria o sobrenome parecido com Nachtergaele.
Reconstrução de cidades na Região Serrana custará pelo menos R$ 2 bilhões
RIO - A reconstrução das três principais cidades da Região Serrana atingidas pelas chuvas da semana passada custará cerca de R$ 2 bilhões. Os recursos serão usados na recuperação de estradas, pontes, rios, contenção de encostas e construção de cinco mil unidades habitacionais para as famílias que perderam suas casas ou que precisam sair das áreas de risco em Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. Nesta segunda-feira, os prefeitos dessas cidades formalizam a criação de um consórcio para atuar em conjunto na confecção de projetos, captação de recursos e realização das obras.
No domingo, o governador Sérgio Cabral decretou estado de calamidade pública nesses municípios e em outros quatro , também atingidos pelas chuvas: Bom Jardim, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Areal. Com o decreto, prefeituras, estado e governo federal agilizam a liberação de recursos e o início dos trabalhos com a dispensa de licitação para a compra de material ou contratação de serviços. O decreto estadual permite ainda que os moradores de áreas que foram destruídas possam sacar até R$ 4.650 do FGTS.
Em Friburgo, prejuízo de mais de R$ 1 bi
Em Friburgo, a prefeitura ainda calcula o prejuízo, mas já se sabe que ele será superior a R$ 1 bilhão. O secretário municipal de Comunicação, David Massena, explicou que será necessário construir três mil unidades habitacionais para os desabrigados. Para isso, a prefeitura desapropriou a Fazenda Laje, localizada no caminho para Conselheiro Paulino. Massena acrescentou que o valor total da reconstrução vai levar em conta obras em imóveis do patrimônio cultural da cidade.
" Tivemos perdas importantes, como a Capela de Santo Antônio, construída nos século 19 "
- Será mais de R$ 1 bilhão. Tivemos perdas importantes, como a Capela de Santo Antônio, construída nos século 19. O imóvel era tombado e foi totalmente destruído. A capela era um símbolo da cidade por sua importância histórica. Para esse projeto, ainda não sabemos de quanto dinheiro vamos precisar.
Em Teresópolis, 960 novas moradias serão feitas
O secretário de Planejamento e Projetos Especiais de Teresópolis, José Alexandre Almeida, afirmou que o município já tinha apresentado projetos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 para a construção de 460 unidades, que vão abrigar famílias que hoje moram em áreas com altíssimo risco de acidentes. Ele diz que agora serão necessárias mais 500 unidades para atender os moradores que viviam em áreas sem risco, mas que foram destruídas pela enxurrada. O problema é que a cidade tem apenas cerca de 10% de área plana. No fim de semana, técnicos da prefeitura se reuniram para identificar terrenos que podem ser desapropriados:
- Para erguer essas 500 casas, precisamos de uma área de 300 mil metros quadrados. Como temos um terreno próximo com essa magnitude, estamos fracionando o número de casas por área. Já identificamos algumas onde conseguiremos construir 150 casas, em outro mais 40. Essa é a solução que estamos encontrando para abrigar as famílias.
Além dos projetos de habitação popular, a prefeitura estima um gasto de R$ 590 milhões para recuperar toda a cidade. Os projetos foram apresentados pelo prefeito Mauro Jorge à presidente Dilma Rousseff na semana passada, durante a reunião no Palácio Guanabara com o governador Sérgio Cabral.
" Em Teresópolis, identificamos uma área no segundo distrito que dá para construir duas mil casas "
De acordo com o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, que tem sobrevoado a região diariamente, somente para recuperar os principais rios da região, que precisarão ser dragados e ganhar novas pontes, a estimava inicial é de um gasto de R$ 190 milhões. A secretaria trabalha também ajudando a identificar áreas planas para a construção de casas populares. Esta semana, o órgão vai utilizar R$ 5 milhões do Fecam para ajudar na compra de residências ou mesmo no pagamento de aluguel para famílias que estão em áreas de risco.
- Em Teresópolis, identificamos uma área no segundo distrito que dá para construir duas mil casas. Em Petrópolis e Friburgo, há outra área para 400 residências - disse Minc.
A prefeitura de Petrópolis também contabiliza as perdas. Segundo o município, serão necessárias 1,5 mil casas para os desabrigados, e ainda não há um cálculo estimado do valor total para reconstruir as áreas atingidas. As unidades habitacionais não poderão ser erguidas no centro da cidade, onde faltam áreas planas. Mas os técnicos da prefeitura têm identificadas áreas nos distritos de Nogueira, Itaipava e Posse, onde está sendo construído o parque industrial do município.
No domingo, o governador Sérgio Cabral decretou estado de calamidade pública nesses municípios e em outros quatro , também atingidos pelas chuvas: Bom Jardim, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Areal. Com o decreto, prefeituras, estado e governo federal agilizam a liberação de recursos e o início dos trabalhos com a dispensa de licitação para a compra de material ou contratação de serviços. O decreto estadual permite ainda que os moradores de áreas que foram destruídas possam sacar até R$ 4.650 do FGTS.
Em Friburgo, prejuízo de mais de R$ 1 bi
Em Friburgo, a prefeitura ainda calcula o prejuízo, mas já se sabe que ele será superior a R$ 1 bilhão. O secretário municipal de Comunicação, David Massena, explicou que será necessário construir três mil unidades habitacionais para os desabrigados. Para isso, a prefeitura desapropriou a Fazenda Laje, localizada no caminho para Conselheiro Paulino. Massena acrescentou que o valor total da reconstrução vai levar em conta obras em imóveis do patrimônio cultural da cidade.
" Tivemos perdas importantes, como a Capela de Santo Antônio, construída nos século 19 "
- Será mais de R$ 1 bilhão. Tivemos perdas importantes, como a Capela de Santo Antônio, construída nos século 19. O imóvel era tombado e foi totalmente destruído. A capela era um símbolo da cidade por sua importância histórica. Para esse projeto, ainda não sabemos de quanto dinheiro vamos precisar.
Em Teresópolis, 960 novas moradias serão feitas
O secretário de Planejamento e Projetos Especiais de Teresópolis, José Alexandre Almeida, afirmou que o município já tinha apresentado projetos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 para a construção de 460 unidades, que vão abrigar famílias que hoje moram em áreas com altíssimo risco de acidentes. Ele diz que agora serão necessárias mais 500 unidades para atender os moradores que viviam em áreas sem risco, mas que foram destruídas pela enxurrada. O problema é que a cidade tem apenas cerca de 10% de área plana. No fim de semana, técnicos da prefeitura se reuniram para identificar terrenos que podem ser desapropriados:
- Para erguer essas 500 casas, precisamos de uma área de 300 mil metros quadrados. Como temos um terreno próximo com essa magnitude, estamos fracionando o número de casas por área. Já identificamos algumas onde conseguiremos construir 150 casas, em outro mais 40. Essa é a solução que estamos encontrando para abrigar as famílias.
Além dos projetos de habitação popular, a prefeitura estima um gasto de R$ 590 milhões para recuperar toda a cidade. Os projetos foram apresentados pelo prefeito Mauro Jorge à presidente Dilma Rousseff na semana passada, durante a reunião no Palácio Guanabara com o governador Sérgio Cabral.
" Em Teresópolis, identificamos uma área no segundo distrito que dá para construir duas mil casas "
De acordo com o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, que tem sobrevoado a região diariamente, somente para recuperar os principais rios da região, que precisarão ser dragados e ganhar novas pontes, a estimava inicial é de um gasto de R$ 190 milhões. A secretaria trabalha também ajudando a identificar áreas planas para a construção de casas populares. Esta semana, o órgão vai utilizar R$ 5 milhões do Fecam para ajudar na compra de residências ou mesmo no pagamento de aluguel para famílias que estão em áreas de risco.
- Em Teresópolis, identificamos uma área no segundo distrito que dá para construir duas mil casas. Em Petrópolis e Friburgo, há outra área para 400 residências - disse Minc.
A prefeitura de Petrópolis também contabiliza as perdas. Segundo o município, serão necessárias 1,5 mil casas para os desabrigados, e ainda não há um cálculo estimado do valor total para reconstruir as áreas atingidas. As unidades habitacionais não poderão ser erguidas no centro da cidade, onde faltam áreas planas. Mas os técnicos da prefeitura têm identificadas áreas nos distritos de Nogueira, Itaipava e Posse, onde está sendo construído o parque industrial do município.
Atualizado em 17/01/2011 08h30 Vítimas de tragédias passadas dizem ao G1 como reconstruíram a vida Mãe que perdeu filho de 7 anos em Niterói está grávida de outro menino. Casal de São Luiz do Paraitinga espera reconstrução de igreja para casar.
Carlos Augusto e Patrícia, que se conheceram durante catástrofe que abateu São Luiz do Paraitinga, no interior de São Paulo, 1º de janeiro de 2010 (Foto: Sérgio Costa )
Casa, carro, geladeira, documentos e, no pior dos mundos, parentes e amigos. A ação implacável da água e da lama em enchentes como as que atingiram a Região Serrana do Rio de Janeiro na quarta-feira (12) periga levar consigo também a esperança de suas vítimas, que se perguntam como – e se – vão reconquistar, algum dia, tudo o que perderam na tragédia.
“Eu não tinha nem motivo para viver. Minha vida parecia que tinha acabado”, diz ao G1 a copeira Sabrina Carvalho de Jesus, 27, que viu sua casa, construída ao pé do Morro do Bumba, em Niterói (RJ), ser soterrada em segundos pela avalanche que trouxe abaixo dezenas de casas construídas sobre um antigo lixão, em abril de 2010. O avô de Sabrina, a mãe e o filho de 7 anos, Caíque, morreram no episódio. Cauã, seu outro filho, então com 7 meses, foi salvo depois de ser resgatado dos escombros.
“Eu não queria nem saber do Cauã. Tinha me fechado para o mundo. Mas tive que botar a cabeça no lugar e falar: ‘meu filho só tem 7 meses de idade e precisa de mim’. Peguei forças de onde não tinha e, com muita tristeza, como estou ainda, fui superando”, diz ela, que há 4 meses ganhou um novo motivo para seguir adiante: está grávida de outro menino. “Deus sabe o que faz. Não planejamos e, por muito coincidência, vem um bebê, um menino. Parece até que Deus voltou para tirar o vazio que ficou”, comemora.
Foi também em meio à tragédia que a dona de casa Patrícia da Silva Pires, 36, viu renascer a esperança depois de perder tudo o que tinha dentro de casa, no centro antigo de São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo, devastado pelas chuvas de verão em 2010. Enquanto mudava de uma casa para outra, buscando abrigo contra as águas que não paravam de subir, Patrícia chegou ao bairro São Benedito, onde vivia o peão Carlos Augusto da Fonseca, 24, com quem começou a namorar dias depois.
Carlos também corria contra o tempo. Ele conta que, durante o temporal do primeiro dia do ano, pegou o pai e a mãe, com quem mora, e subiu para a parte mais alta do terreno. A casa fica a 50 m do Rio Paraitinga, que transbordou e provocou a enchente na cidade. “Dormimos no tempo”, lembra. Com ‘tempo’, ele quis dizer ao relento. “Na verdade, a gente mal dormiu”, completa. “Quando a água baixou e eu desci 2 dias depois, vi o estrago. Passou tanta coisa na cabeça, foi muito difícil”, diz o rapaz, que hoje ergueu uma nova casa no mesmo lugar daquela que ruiu.
Agora, o casal aguarda a reconstrução de um dos principais postais da cidade para poder oficializar o namoro – que em 17 de janeiro completa 1 ano. Patrícia, para quem um dos momentos mais tristes das enchentes foi ver desmoronar a primeira torre da charmosa Igreja da Matriz, brinca que quer ser a primeira a se casar no local, ainda em ruínas. “Fui batizada na Matriz e quero esperar ela ser construída de novo para casar lá.”
Casal vítima de enchentes em Itajaí, SC, passa
a esperada lua de mel em Maceió, AL
(Foto: Arquivo pessoal)
Lua de mel adiada
Vítimas das enchentes em Itajaí, em novembro de 2008, o jornalista Anderson Silva da Costa e a auxiliar administrativa Juliana Salete Paris da Costa haviam se casado exatamente no dia da tragédia. A lua de mel teve de esperar um ano, até que o casal conseguisse recompor tudo o que havia sido perdido. O plano de fazer um cruzeiro foi deixado de lado, e eles passaram uma semana em Maceió.
“Os dias seguintes [à enchente] foram só de limpeza. Vimos o que tinha estragado e tentamos arrumar. O mais triste foi perder coisas que a gente não recupera mais, como fotos de infância, por exemplo. A mãe dele tinha guardado o primeiro brinquedo que ele ganhou, mas tudo isso foi embora com a água e não tem como recuperar”, conta Juliana.
Na época, eles estavam morando na casa dos pais de Anderson, porque o apartamento que compraram ainda não tinha ficado pronto. A água ali chegou a 1,5 m e destruiu tudo que estava no imóvel, inclusive dois carros.
“Foi complicado ficar sem carro. Nós tínhamos a viagem de lua de mel marcada e foi um baita trabalho para conseguir o ressarcimento da empresa, ficamos meses esperando. Felizmente não perdemos muitos documentos, porque meus pais perceberam a água subindo e levantaram tudo”, disse Anderson.
A família chegou a dormir na laje, com medo que a residência fosse alvo de saques. Além dos documentos e de alguns eletrodomésticos, o casal também conseguiu salvar os presentes de casamento, que tinham sido enviados para a casa da mãe de Juliana.
“Hoje, a casa está totalmente diferente, mas toda a reforma foi feita por causa da enchente. O muro que tinha sido derrubado com a enxurrada foi refeito. Também tem um jardim lindo. Nem dá para dizer que a gente passou por tudo aquilo”, afirmou Juliana.
Vida de apartamento
Bruno Lemos, 31, que é primo de Sabrina, do Morro do Bumba, não teve a mesma chance para reconstruir a vida no mesmo lugar em que vivia desde que nasceu. Depois do deslizamento, a Defesa Civil mandou demolir a casa em que morava com a esposa, dividindo o quintal com mãe, pai, irmã, irmão, cunhado e sobrinhos. “A casa da minha mãe era maior ainda. Tinha piscina de azulejo, garagem para cinco carros. Perdemos tudo isso”, diz ele, que teve de mudar, junto com toda a família, para um conjunto de apartamentos cedido pelo governo do Estado no bairro Várzea das Moças.
“A gente está acostumado com casa. Apartamento é muito pequeno”, reclama Bruno, gerente de recursos humanos de uma empresa de contabilidade, que antes levava 10 minutos do trabalho até sua casa e hoje leva 40. “Minha mulher, que trabalha no centro do Rio, está levando 2 horas para ir e mais duas para voltar. Dobrou o tempo de deslocamento.”
O que mais preocupa Bruno, no entanto, é que, passados quase 10 meses da tragédia, ele e seus familiares ainda não receberam as escrituras dos novos apartamentos doados pelo governo. “Estamos processando o município pelo que a gente tinha e não tem mais. O que a gente ganhou [de indenização] não paga, infelizmente. A gente tem até medo de ter que pagar pelo apartamento em que está morando”, desconfia.
O advogado Reinaldo Araújo, 65, anos, também critica a demora do poder público local para ajudar as vítimas das enchentes em Palmares (PE), em junho de 2010. “Muitas pessoas mais carentes, que se cadastraram para receber auxílio do governo do estado e do município ainda não receberam o dinheiro até hoje. Já fizeram recadastramento e continuam sem receber ajuda”, diz.
"Os serviços públicos estão caóticos. A cidade está mais limpa, quando se fala de lama, mas ainda resta muita poeira, porque boa parte do asfalto que tinha nas ruas se foi com a água. Muitos caminhões ainda passam por dentro da cidade e as ruas estão completamente esburacadas.”
Na antiga casa no Bairro Modelo, que foi toda cobertura pela água e lama, até as primeiras telhas, a situação vai se resolvendo lentamente. “Fiquei 60 dias só para tirar a lama e a sujeira", lembra. "Eu ainda não voltei para casa. Esta semana, passei duas noites aqui, com colchão no chão, para tentar pintar alguns cômodos. Ainda falta muita coisa para arrumar, muito serviço de pedreiro”, afirma o advogado, que também perdeu a mãe pouco depois da tragédia. "Passei um período bem ruim. Emagreci 10 kg e fiquei adoecido. Aos poucos a gente vai voltando a trabalhar.”
Trauma
Recuperando-se, cada qual à sua maneira, de seus dramas pessoais, as vítimas de episódios como esses voltam a viver momentos de tensão e tristeza a cada vez que ligam a TV e assistem a novas tragédias como as de Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis ou São José do Vale do Rio Preto.
“Dá um desespero. Passamos por isso e sabemos o medo e a aflição que as pessoas estão sentindo nessa hora. É complicado, mas quem está passando tem que botar a cabeça em ordem, ter pensamento positivo e tocar a bola para frente. Coisas materiais, a gente trabalha e consegue de novo”, diz Juliana.
“Essa noite nem consegui dormir. Estava me colocando no lugar dessas pessoas que estão perdendo parentes. Fiquei muito triste, não conseguia parar de pensar. Quando via tudo caindo, só vinha aquele filme do dia 7 de abril na minha cabeça”, conta Sabrina.
Bruno, seu primo, confessa que também sente “tremer as pernas” toda vez que vê um carro de bombeiro ou uma ambulância passar. “Fica um trauma. Mas o bacana é que a gente está vivo. Se o governo não tivesse ajudado, a gente teria dado a volta por cima também, graças a solidariedade das pessoas nessa hora, que fala muito alto.”
Resgatado dos escombros com vida após três dias da tragédia do Bumba, quem continua ressabiado é o cachorro Nick, o labrador de Bruno que hoje “mora” com a sogra por falta de espaço no novo apartamento. “Três vezes por semana eu passo lá para cuidar dele”,diz. “Ele adorava água, mas hoje não pode ver chuva. Começa a cair, ele fica desesperado, se enfia embaixo da cama e não sai de jeito nenhum!”
COMUNICADO À POPULAÇÃO DO EXTREMO SUL DA BAHIA
Os médicos prestadores de serviço do SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA – SAMU, Regional Extremo Sul, considerando:
1. O vencimento dos contratos de prestação de serviços firmados entre os Médicos contratados e a Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas em 31/12/2010, sem a renovação dos referidos contratos.
2. O NÃO PAGAMENTO PELOS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS MÉDICOS NOS MESES DE OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2010.
3. O descumprimento, pelo então Secretário Municipal de Saúde, dos diversos acordos verbais anteriormente firmados com os Médicos Plantonistas, que em nenhum momento deixaram de cumprir com os seus deveres.
4. A total impossibilidade imposta pela PREFEITURA MUNICIPAL DE TEIXEIRA DE FREITAS/BA, através de sua SECRETARIA DE SAÚDE, na resolução do impasse; e,
5. Que já comunicaram ao Ministério Público Estadual e ao Conselho Regional de Medicina da Bahia.
É QUE, COMPROMETIDOS COM PRINCÍPIOS ÉTICOS E COM A RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL, COMUNICAM À POPULAÇÃO DO EXTREMO SUL QUE A PARTIR DESTA SEXTA À NOITE, DIA 14 DE JANEIRO DE 2011, OS MÉDICOS VINCULADOS AO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) PARALISARÃO SUAS ATIVIDADES POR PRAZO INTERTERMINADO, o que, lamentavelmente, poderá causar sérios prejuízos à população.
Teixeira de Freitas/BA, 14 de janeiro de 2011.
MÉDICOS DO SAMU
Os médicos prestadores de serviço do SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA – SAMU, Regional Extremo Sul, considerando:
1. O vencimento dos contratos de prestação de serviços firmados entre os Médicos contratados e a Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas em 31/12/2010, sem a renovação dos referidos contratos.
2. O NÃO PAGAMENTO PELOS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS MÉDICOS NOS MESES DE OUTUBRO, NOVEMBRO E DEZEMBRO DE 2010.
3. O descumprimento, pelo então Secretário Municipal de Saúde, dos diversos acordos verbais anteriormente firmados com os Médicos Plantonistas, que em nenhum momento deixaram de cumprir com os seus deveres.
4. A total impossibilidade imposta pela PREFEITURA MUNICIPAL DE TEIXEIRA DE FREITAS/BA, através de sua SECRETARIA DE SAÚDE, na resolução do impasse; e,
5. Que já comunicaram ao Ministério Público Estadual e ao Conselho Regional de Medicina da Bahia.
É QUE, COMPROMETIDOS COM PRINCÍPIOS ÉTICOS E COM A RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL, COMUNICAM À POPULAÇÃO DO EXTREMO SUL QUE A PARTIR DESTA SEXTA À NOITE, DIA 14 DE JANEIRO DE 2011, OS MÉDICOS VINCULADOS AO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (SAMU) PARALISARÃO SUAS ATIVIDADES POR PRAZO INTERTERMINADO, o que, lamentavelmente, poderá causar sérios prejuízos à população.
Teixeira de Freitas/BA, 14 de janeiro de 2011.
MÉDICOS DO SAMU
Jaques Wagner deve anunciar novo secretariado nesta segunda e Ueldes Queiroz pode ficar com a SEDES
Por Ronildo Brito
O governador Jaques Wagner deve fazer o anúncio oficial do seu novo secretariado nesta segunda-feira (17). Neste domingo (16) Wagner realizou reuniões para os ajustes finais.
A expectativa é que devam permanecer os secretários Jorge Solla (Saúde), Osvaldo Barreto (Educação), Carlos Martins (Fazenda), César Lisboa (Relações Institucionais) e Cícero Monteiro (Desenvolvimento Urbano). Entre os que vão entrar, Zezéu Ribeiro (PT) está confirmado para Planejamento, Albino Rubim deve ir para a Cultura, Domingos Leonelli pode voltar para o Turismo.
Segundo o site Bahia Notícias, estão cotados para assumir pastas ainda Nestor Duarte (PDT) e o vice-governador Otto Alencar (PP), que deve comandar a Secretaria de Infraestrutura.
Dentro do Partido dos Trabalhadores da Bahia surgiu a possibilidade de Ueldes Queiroz, vice-presidente do PT da Bahia e coordenador do MST na região de Feira de Santana assumir a pasta da SEDES do governo Jacques Wagner. Queiroz já foi coordenador regional do MST no extremo sul, e presidente do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores de Itamaraju.
A SEDES tem sido muito disputada no interior do PT, mas existe a possibilidade da Articulação de Esquerda (AE), tendência dos deputados Walmir Assunção e Marcelino Galo, indicar Ueldes.
Por Ronildo Brito
O governador Jaques Wagner deve fazer o anúncio oficial do seu novo secretariado nesta segunda-feira (17). Neste domingo (16) Wagner realizou reuniões para os ajustes finais.
A expectativa é que devam permanecer os secretários Jorge Solla (Saúde), Osvaldo Barreto (Educação), Carlos Martins (Fazenda), César Lisboa (Relações Institucionais) e Cícero Monteiro (Desenvolvimento Urbano). Entre os que vão entrar, Zezéu Ribeiro (PT) está confirmado para Planejamento, Albino Rubim deve ir para a Cultura, Domingos Leonelli pode voltar para o Turismo.
Segundo o site Bahia Notícias, estão cotados para assumir pastas ainda Nestor Duarte (PDT) e o vice-governador Otto Alencar (PP), que deve comandar a Secretaria de Infraestrutura.
Dentro do Partido dos Trabalhadores da Bahia surgiu a possibilidade de Ueldes Queiroz, vice-presidente do PT da Bahia e coordenador do MST na região de Feira de Santana assumir a pasta da SEDES do governo Jacques Wagner. Queiroz já foi coordenador regional do MST no extremo sul, e presidente do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores de Itamaraju.
A SEDES tem sido muito disputada no interior do PT, mas existe a possibilidade da Articulação de Esquerda (AE), tendência dos deputados Walmir Assunção e Marcelino Galo, indicar Ueldes.
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