Por Ronildo Brito
O vereador José Gonzaga da Silva confirmou ao Teixeira News na tarde desta sexta-feira (17), que na última segunda-feira, dia 13 de fevereiro, fez mais uma denúncia ao Ministério Público, dessa vez, informando que realizou um levantamento dos preços de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 quilos na cidade de Teixeira de Freitas e os resultados não foram os melhores.
Segundo o vereador ele certificou o abuso dos valores praticados na cidade, o que corresponde a uma média de R$ 40, quando em cidades circunvizinhas como Itamaraju, o valor praticado do mesmo produto seria de R$ 33, conforme notas e recibos anexados à denúncia. O vereador solicitou abertura de procedimento administrativo para apurar a alegada irregularidade que estaria acontecendo.
Comprovantes apresentados por Gonzaga referentes compras do gás em Teixeira de Freitas
“O direito do consumidor brasileiro quando se fala em gás de cozinha, produto base para sua alimentação e que afeta diretamente milhões de pessoas, em especial de baixa renda, é totalmente ignorado e lamentavelmente a população não tem a quem recorrer. Existe evidência de abuso e até cartel, o que deve ser averiguado pelo Ministério Público”, afirmou Gonzaga.
“O setor do gás de cozinha precisa ser revisto. Já passamos dos limites da razoabilidade, colocando nossa população sem opção para compra do gás de cozinha. Tudo isso se torna um risco para os nossoslares num total desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor”, acrescenta o vereador.
Essas duas notas de venda são de empresas de Itamaraju e também constam na denúncia de Gonzaga
“O Ministério Público deve a partir dessa denúncia investigar o motivo para o preço elevado do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) em Teixeira de Freitas e levantar se há cobrança abusiva por parte dos revendedores e distribuidores”, ratificou Gonzaga.
Olá gente tudo bem? quero contar com a sua participação no programa AMANHECER COM DEUS, todos os sábados e domingos das 4 as 6:30 da manhã na rádio Alvorada Gospel 990 AM espero você! Ligue: 3291-8035 / 9922-0881 / 8136-4326 / 8803-2982
Banda Prodígios e Celina Caiçara
domingo, 19 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Viaturas da PM começam a circular em Teixeira de Freitas
Durante a reunião, acompanhada pelo Teixeira News, major Ozires falou dos deveres constitucionais do militares
Os policiais militares de Teixeira de Freitas permanecem aquartelados, mas desde o início da manhã desta terça-feira (07) populares e principalmente comerciantes, comemoraram o retorno de três viaturas às ruas. Uma viatura Ranger foi vista circulando pelas ruas do centro e uma caminhonete Volkswagen ficou estacionada ao lado do semáforo próximo à prefeitura com uma guardição. Uma terceira guarnição foi escalada para fazer rondas nos bairros.
Essa foi justamente a proposta do major Ozires Cardoso, até então comandante interino do 13º BPM, em reunião com o comando de greve dos policiais militares ocorrida na tarde desta segunda-feira (06) na própria sede da unidade.
Em seguida a esse encontro o major Ozires participou de uma segunda reunião, desta vez com o juiz Argenildo Fernandes e membros do Ministério Público. O maior problema até então era que os grevistas não permitiam que as viaturas saíssem do 13º BPM. Nessa reunião, que também contou com a presença do soldado Souza, ele que é membro da APRATEF, associação que representa os militares ativos e da reserva na região, o Ministério Público informou da proposta de uma possível representação na Justiça, caso a população não tivesse assegurado o direito constitucional à segurança.
Após essa reunião, que foi extensa e só terminou já na noite desta segunda-feira (06), foi acordado o retorno mínimo das guarnições às ruas da cidade, até que o Governo do Estado e as lideranças sindicais que representam os militares, cheguem num acordo em Salvador.
“Provocamos a primeira reunião com os diretores da APRATEF, para que pudéssemos evitar qualquer atrito entre os policiais na saída do quartel. Mesmo tendo o entendimento que a população não poderia continuar com toda àquela sensação de insegurança, buscamos o diálogo. E com a participação do Judiciário e o Ministério Público, passamos ao comando de greve o dever constitucional nosso como policiais militares. Por isso que conseguimos esse retorno parcial”, comentou o major Ozires.
Nomeação
O major Ozires Cardoso foi nomeado pelo governador Jaques Wagner, conforme consta no Diário Oficial do Estado (DOE) na edição desta terça-feira (07) comandante do 13º Batalhão da Polícia Militar de Teixeira de Freitas.
Os policiais militares de Teixeira de Freitas permanecem aquartelados, mas desde o início da manhã desta terça-feira (07) populares e principalmente comerciantes, comemoraram o retorno de três viaturas às ruas. Uma viatura Ranger foi vista circulando pelas ruas do centro e uma caminhonete Volkswagen ficou estacionada ao lado do semáforo próximo à prefeitura com uma guardição. Uma terceira guarnição foi escalada para fazer rondas nos bairros.
Essa foi justamente a proposta do major Ozires Cardoso, até então comandante interino do 13º BPM, em reunião com o comando de greve dos policiais militares ocorrida na tarde desta segunda-feira (06) na própria sede da unidade.
Em seguida a esse encontro o major Ozires participou de uma segunda reunião, desta vez com o juiz Argenildo Fernandes e membros do Ministério Público. O maior problema até então era que os grevistas não permitiam que as viaturas saíssem do 13º BPM. Nessa reunião, que também contou com a presença do soldado Souza, ele que é membro da APRATEF, associação que representa os militares ativos e da reserva na região, o Ministério Público informou da proposta de uma possível representação na Justiça, caso a população não tivesse assegurado o direito constitucional à segurança.
Após essa reunião, que foi extensa e só terminou já na noite desta segunda-feira (06), foi acordado o retorno mínimo das guarnições às ruas da cidade, até que o Governo do Estado e as lideranças sindicais que representam os militares, cheguem num acordo em Salvador.
“Provocamos a primeira reunião com os diretores da APRATEF, para que pudéssemos evitar qualquer atrito entre os policiais na saída do quartel. Mesmo tendo o entendimento que a população não poderia continuar com toda àquela sensação de insegurança, buscamos o diálogo. E com a participação do Judiciário e o Ministério Público, passamos ao comando de greve o dever constitucional nosso como policiais militares. Por isso que conseguimos esse retorno parcial”, comentou o major Ozires.
Nomeação
O major Ozires Cardoso foi nomeado pelo governador Jaques Wagner, conforme consta no Diário Oficial do Estado (DOE) na edição desta terça-feira (07) comandante do 13º Batalhão da Polícia Militar de Teixeira de Freitas.
07/02/2012 Jaques Wagner subestimou a greve e demorou em agir, diz ACM Neto
Por Ronildo Brito
Em pronunciamento na tarde desta terça-feira (7) na Câmara Federal, o deputado federal ACM Neto responsabilizou o governador Jaques Wagner pela greve dos policiais militares. “O governador subestimou o movimento, não foi capaz de prever a greve e demorou em agir”, disse Neto.
O líder do Democratas na Câmara iniciou o seu discurso se solidarizando com as famílias das mais de cem pessoas que foram assassinadas desde o início da paralisação. “Os brasileiros estão perplexos com as cenas apresentadas pela televisão e as reportagens fotografias publicadas pelos jornais”. ACM Neto também condenou a atitude de “alguns policiais que não merecem usar a farda da corporação”.
“Não defendo ou justifico os atos praticados por certos policiais. Os exageros e abusos, de fato, têm de ser punidos”, ressaltou o parlamentar. Em seguida, o deputado lembrou que o governador Jaques Wagner apresentou, na campanha de 2006, o contracheque de um policial (o próprio soldado Marcos Prisco, líder dos grevistas) para mostrar que a categoria era mal remunerada.
“O governador fez promessas e não cumpriu. É bom ressaltar que Jaques Wagner estimulou a greve dos policiais na Bahia em 2001”, disse. Segundo ACM Neto, o PT e Jaques Wagner mudaram depois que o partido chegou ao poder. “Agora, Jaques Wagner e o PT tentam qualificar como bandidos alguns integrantes da PM”.
Ao final, ACM Neto defendeu o fim imediato da greve e pediu para a Câmara ampliar as discussões sobre a PEC-300, que cria um piso nacional para os policiais.
Em pronunciamento na tarde desta terça-feira (7) na Câmara Federal, o deputado federal ACM Neto responsabilizou o governador Jaques Wagner pela greve dos policiais militares. “O governador subestimou o movimento, não foi capaz de prever a greve e demorou em agir”, disse Neto.
O líder do Democratas na Câmara iniciou o seu discurso se solidarizando com as famílias das mais de cem pessoas que foram assassinadas desde o início da paralisação. “Os brasileiros estão perplexos com as cenas apresentadas pela televisão e as reportagens fotografias publicadas pelos jornais”. ACM Neto também condenou a atitude de “alguns policiais que não merecem usar a farda da corporação”.
“Não defendo ou justifico os atos praticados por certos policiais. Os exageros e abusos, de fato, têm de ser punidos”, ressaltou o parlamentar. Em seguida, o deputado lembrou que o governador Jaques Wagner apresentou, na campanha de 2006, o contracheque de um policial (o próprio soldado Marcos Prisco, líder dos grevistas) para mostrar que a categoria era mal remunerada.
“O governador fez promessas e não cumpriu. É bom ressaltar que Jaques Wagner estimulou a greve dos policiais na Bahia em 2001”, disse. Segundo ACM Neto, o PT e Jaques Wagner mudaram depois que o partido chegou ao poder. “Agora, Jaques Wagner e o PT tentam qualificar como bandidos alguns integrantes da PM”.
Ao final, ACM Neto defendeu o fim imediato da greve e pediu para a Câmara ampliar as discussões sobre a PEC-300, que cria um piso nacional para os policiais.
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