Durante a reunião, acompanhada pelo Teixeira News, major Ozires falou dos deveres constitucionais do militares
Os policiais militares de Teixeira de Freitas permanecem aquartelados, mas desde o início da manhã desta terça-feira (07) populares e principalmente comerciantes, comemoraram o retorno de três viaturas às ruas. Uma viatura Ranger foi vista circulando pelas ruas do centro e uma caminhonete Volkswagen ficou estacionada ao lado do semáforo próximo à prefeitura com uma guardição. Uma terceira guarnição foi escalada para fazer rondas nos bairros.
Essa foi justamente a proposta do major Ozires Cardoso, até então comandante interino do 13º BPM, em reunião com o comando de greve dos policiais militares ocorrida na tarde desta segunda-feira (06) na própria sede da unidade.
Em seguida a esse encontro o major Ozires participou de uma segunda reunião, desta vez com o juiz Argenildo Fernandes e membros do Ministério Público. O maior problema até então era que os grevistas não permitiam que as viaturas saíssem do 13º BPM. Nessa reunião, que também contou com a presença do soldado Souza, ele que é membro da APRATEF, associação que representa os militares ativos e da reserva na região, o Ministério Público informou da proposta de uma possível representação na Justiça, caso a população não tivesse assegurado o direito constitucional à segurança.
Após essa reunião, que foi extensa e só terminou já na noite desta segunda-feira (06), foi acordado o retorno mínimo das guarnições às ruas da cidade, até que o Governo do Estado e as lideranças sindicais que representam os militares, cheguem num acordo em Salvador.
“Provocamos a primeira reunião com os diretores da APRATEF, para que pudéssemos evitar qualquer atrito entre os policiais na saída do quartel. Mesmo tendo o entendimento que a população não poderia continuar com toda àquela sensação de insegurança, buscamos o diálogo. E com a participação do Judiciário e o Ministério Público, passamos ao comando de greve o dever constitucional nosso como policiais militares. Por isso que conseguimos esse retorno parcial”, comentou o major Ozires.
Nomeação
O major Ozires Cardoso foi nomeado pelo governador Jaques Wagner, conforme consta no Diário Oficial do Estado (DOE) na edição desta terça-feira (07) comandante do 13º Batalhão da Polícia Militar de Teixeira de Freitas.
Olá gente tudo bem? quero contar com a sua participação no programa AMANHECER COM DEUS, todos os sábados e domingos das 4 as 6:30 da manhã na rádio Alvorada Gospel 990 AM espero você! Ligue: 3291-8035 / 9922-0881 / 8136-4326 / 8803-2982
Banda Prodígios e Celina Caiçara
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
07/02/2012 Jaques Wagner subestimou a greve e demorou em agir, diz ACM Neto
Por Ronildo Brito
Em pronunciamento na tarde desta terça-feira (7) na Câmara Federal, o deputado federal ACM Neto responsabilizou o governador Jaques Wagner pela greve dos policiais militares. “O governador subestimou o movimento, não foi capaz de prever a greve e demorou em agir”, disse Neto.
O líder do Democratas na Câmara iniciou o seu discurso se solidarizando com as famílias das mais de cem pessoas que foram assassinadas desde o início da paralisação. “Os brasileiros estão perplexos com as cenas apresentadas pela televisão e as reportagens fotografias publicadas pelos jornais”. ACM Neto também condenou a atitude de “alguns policiais que não merecem usar a farda da corporação”.
“Não defendo ou justifico os atos praticados por certos policiais. Os exageros e abusos, de fato, têm de ser punidos”, ressaltou o parlamentar. Em seguida, o deputado lembrou que o governador Jaques Wagner apresentou, na campanha de 2006, o contracheque de um policial (o próprio soldado Marcos Prisco, líder dos grevistas) para mostrar que a categoria era mal remunerada.
“O governador fez promessas e não cumpriu. É bom ressaltar que Jaques Wagner estimulou a greve dos policiais na Bahia em 2001”, disse. Segundo ACM Neto, o PT e Jaques Wagner mudaram depois que o partido chegou ao poder. “Agora, Jaques Wagner e o PT tentam qualificar como bandidos alguns integrantes da PM”.
Ao final, ACM Neto defendeu o fim imediato da greve e pediu para a Câmara ampliar as discussões sobre a PEC-300, que cria um piso nacional para os policiais.
Em pronunciamento na tarde desta terça-feira (7) na Câmara Federal, o deputado federal ACM Neto responsabilizou o governador Jaques Wagner pela greve dos policiais militares. “O governador subestimou o movimento, não foi capaz de prever a greve e demorou em agir”, disse Neto.
O líder do Democratas na Câmara iniciou o seu discurso se solidarizando com as famílias das mais de cem pessoas que foram assassinadas desde o início da paralisação. “Os brasileiros estão perplexos com as cenas apresentadas pela televisão e as reportagens fotografias publicadas pelos jornais”. ACM Neto também condenou a atitude de “alguns policiais que não merecem usar a farda da corporação”.
“Não defendo ou justifico os atos praticados por certos policiais. Os exageros e abusos, de fato, têm de ser punidos”, ressaltou o parlamentar. Em seguida, o deputado lembrou que o governador Jaques Wagner apresentou, na campanha de 2006, o contracheque de um policial (o próprio soldado Marcos Prisco, líder dos grevistas) para mostrar que a categoria era mal remunerada.
“O governador fez promessas e não cumpriu. É bom ressaltar que Jaques Wagner estimulou a greve dos policiais na Bahia em 2001”, disse. Segundo ACM Neto, o PT e Jaques Wagner mudaram depois que o partido chegou ao poder. “Agora, Jaques Wagner e o PT tentam qualificar como bandidos alguns integrantes da PM”.
Ao final, ACM Neto defendeu o fim imediato da greve e pediu para a Câmara ampliar as discussões sobre a PEC-300, que cria um piso nacional para os policiais.
Assinar:
Postagens (Atom)

