Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis, as cidades mais afetadas pelas chuvas e deslizamentos, terão um gabinete integrado para o controle das operações. Segundo o último boletim divulgado no domingo, mortos na tragédia já chegavam a 631
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domingo, 16 de janeiro de 2011
Militares coordenarão operações de resgate no RJ; mortos já são 631
Atualizado: 16/1/2011 19:56
Rio de Janeiro, 16 jan (EFE).- As operações de resgate nas cidades mais afetadas pelas chuvas e deslizamentos de terra que deixaram pelo menos 631 mortos na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro serão comandadas por militares, informaram neste domingo fontes oficiais.
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general José Elito Carvalho Siqueira, disse neste domingo em declarações à "Agência Brasil" que chegou a um acordo com as Prefeituras de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis sobre a forma como serão coordenados os trabalhos de resgate e reconstrução.
Siqueira, enviado especialmente pela presidente Dilma Rousseff, explicou que o acordo prevê que cada uma das três cidades criará "gabinetes integrados de controle operacional", que serão os responsáveis pela coordenação de todos os esforços de resgate e recuperação das áreas destruídas.
O oficial acrescentou que os gabinetes serão coordenados pelas respectivas Prefeituras, mas que o comando das operações será de responsabilidade do Exército, com apoio dos Governos federal e estadual.
Atualmente, trabalham nas operações de resgate cerca de 1.500 membros do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil, e das Polícias Militar e Civil.
As equipes foram reforçadas neste final de semana por cerca de 560 membros das Forças Armadas e 225 da Força Nacional de Segurança, enviados diretamente pelo Governo federal.
Segundo Siqueira, os gabinetes terão como missão a coordenação dos diferentes organismos que participam dos trabalhos de resgate, seja na busca por desaparecidos, no atendimento médico e na acomodação das cerca de 14 mil pessoas que perderam suas casas.
O general acrescentou que uma das primeiras ações dos gabinetes será o controle do espaço aéreo, já que atualmente operam na região 30 aeronaves e helicópteros de órgãos oficiais e outros tantos particulares que estão a serviço de meios de comunicação e empresas que transportam doações.
"Como estamos aqui com uma dezena de helicópteros, fora os que eventualmente vêm, como os da imprensa, os corredores de aeronaves têm que ser estabelecidos para evitarmos um acidente desnecessário", afirmou o ministro-chefe.
Segundo o último boletim da Defesa Civil, as chuvas e, principalmente, os deslizamentos da madrugada da quarta-feira provocaram 287 mortes na cidade de Nova Friburgo, 269 em Teresópolis, 56 em Petrópolis e 19 em Sumidouro. EFE
Rio de Janeiro, 16 jan (EFE).- As operações de resgate nas cidades mais afetadas pelas chuvas e deslizamentos de terra que deixaram pelo menos 631 mortos na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro serão comandadas por militares, informaram neste domingo fontes oficiais.
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general José Elito Carvalho Siqueira, disse neste domingo em declarações à "Agência Brasil" que chegou a um acordo com as Prefeituras de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis sobre a forma como serão coordenados os trabalhos de resgate e reconstrução.
Siqueira, enviado especialmente pela presidente Dilma Rousseff, explicou que o acordo prevê que cada uma das três cidades criará "gabinetes integrados de controle operacional", que serão os responsáveis pela coordenação de todos os esforços de resgate e recuperação das áreas destruídas.
O oficial acrescentou que os gabinetes serão coordenados pelas respectivas Prefeituras, mas que o comando das operações será de responsabilidade do Exército, com apoio dos Governos federal e estadual.
Atualmente, trabalham nas operações de resgate cerca de 1.500 membros do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil, e das Polícias Militar e Civil.
As equipes foram reforçadas neste final de semana por cerca de 560 membros das Forças Armadas e 225 da Força Nacional de Segurança, enviados diretamente pelo Governo federal.
Segundo Siqueira, os gabinetes terão como missão a coordenação dos diferentes organismos que participam dos trabalhos de resgate, seja na busca por desaparecidos, no atendimento médico e na acomodação das cerca de 14 mil pessoas que perderam suas casas.
O general acrescentou que uma das primeiras ações dos gabinetes será o controle do espaço aéreo, já que atualmente operam na região 30 aeronaves e helicópteros de órgãos oficiais e outros tantos particulares que estão a serviço de meios de comunicação e empresas que transportam doações.
"Como estamos aqui com uma dezena de helicópteros, fora os que eventualmente vêm, como os da imprensa, os corredores de aeronaves têm que ser estabelecidos para evitarmos um acidente desnecessário", afirmou o ministro-chefe.
Segundo o último boletim da Defesa Civil, as chuvas e, principalmente, os deslizamentos da madrugada da quarta-feira provocaram 287 mortes na cidade de Nova Friburgo, 269 em Teresópolis, 56 em Petrópolis e 19 em Sumidouro. EFE
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