Banda Prodígios e Celina Caiçara

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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Temporal provoca estragos no sul da Bahia
04/06/2009 - 0h5m

*Da Redação, com informações do BATV
redacao@portalibahia.com.br

Em Eunápolis, dezenas de arvores foram arrancadas pelo do vento forte
A frente fria que chegou no início da semana à Bahia provocou temporal em várias cidades do sul do estado na madrugada desta quarta-feira (3).

A prefeitura de Itabela decretou situação de emergência por causa da chuva forte. Vinte e sete pessoas ficaram desabrigadas.

Uma chuva de granizo atingiu a cidade de Teixeira de Freitas, mas não houve ocorrências graves, de acordo com a prefeitura. Em Itamaraju, a chuva forte derrubou 15 árvores e alagou várias casas.

Em Eunápolis, a tempestade que caiu de madrugada durou meia hora.
Só hoje pela manhã foi possível avaliar o tamanho do estrago causado pelo temporal. Dezenas de arvores foram arrancadas pelo do vento forte e atingiram carros e estabelecimentos comerciais. A cobertura da quadra de uma escola pública desabou. A lama invadiu dezenas de casas. Ruas ficaram sem energia e sem telefone.
Idosa ouve barulho de desabamento e morre
04/06/2009 - 8h7m

*Da Redação, com informações do Jornal da Manhã
redacao@portalibahia.com.br

A chuva que caiu na madrugada de quarta-feira (3), em Eunápolis, causou estragos na cidade e provocou uma morte. A aposentada Jeovita Sá, 72 anos, morreu do coração ao ouvir o barulho do desabamento do telhado nos fundos da casa onde mora, em Eunápolis.

A idosa já tinha problemas de pressão alta e cardiopatia e teve um ataque cardíaco fulminante. Ainda em Eunápolis, oito famílias que moram em casas ameaçadas foram levadas para um ginásio de esportes.

Nesta quinta-feira (4) o dia começou com chuva fina na cidade. Na madrugada de quarta-feira (3) choveu muito forte na cidade. Os ventos chegaram a 60 quilômetros por hora.

Segundo a Defesa Civil de Eunápolis, 63 imóveis foram danificados. A prefeitura deve decretar situação de emergência nos próximos dias.
Submarino que foi ao Titanic tentará achar caixa-preta

Da AE

O submarino Nautile, primeiro a chegar aos destroços do navio Titanic, em 1985, a mais de 3,5 quilômetros de profundidade abaixo da ilha canadense de Newfoundland, deve chegar ao Brasil em oito dias a bordo do navio de exploração Pourquai Pas. O equipamento, de propriedade do Instituto Francês de Pesquisas para a Exploração do Mar, tem capacidade para navegar a profundidades de 6 quilômetros. É o bastante para atuar na região da cordilheira dorsal meso-oceânica na qual destroços do Airbus da Air France foram encontrados, a cerca de 1,2 mil quilômetros do Recife, com abismos que variam de 2 a 4 quilômetros. Ele vai ficar à disposição do núcleo de coordenação do Estado-Maior das Forças Armadas da França para atuar na operação.
Os trabalhos de busca irão levantar as condições meteorológicas e oceanográficas nas seis horas que se seguiram ao acidente com o voo 447, tempo suficiente para os destroços do avião repousarem no fundo do oceano. Com os dados sobre as correntes marítimas e submarinas nesse período, um software definirá a área na qual deve estar a caixa-preta, espaço a ser rastreado metro por metro pelos submarinos robóticos de última geração usados na busca do equipamento.
"A chave para o sucesso é um bom mapeamento do local a partir de informações precisas sobre o que ocorria na região", diz o engenheiro José Ramos Duarte Jr., professor de sistema básico e avançado de ROV (Veículos de Operação Remota), usados para resgates em águas profundas, da Universidade Petrobras.
Pesando quase 20 toneladas, com 8 metros de comprimento e 3,8 metros de altura, o submarino Nautile carrega oxigênio suficiente para uma tripulação de três homens trabalhar por cinco horas. Dois braços mecânicos que se movimentam por sistemas hidráulicos de alta potência são encarregados de manipular os objetos encontrados. Esses sistemas também contam com ferramentas capazes de cortar fuselagens.
Para localizar a caixa-preta (que na verdade é cor de laranja) em águas profundas e escuras, o submarino conta com um sonar na parte superior, tipo de radar submarino com capacidade para identificar objetos metálicos a um raio de 300 metros.
Velocidade do Airbus estava errada, diz jornal francês

AE - Agencia Estado

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LONDRES - O jornal francês Le Monde publicou em seu site, citando fontes ligadas à investigação do acidente com o voo 447, que o avião estava na velocidade "errada", o que teria em parte sido responsável pela queda. Não foi informado se a aeronave estava na velocidade acima ou abaixo do recomendado.

Já o Le Figaro relata, em seu site, que os especialistas notaram que os destroços do avião estão aparecendo em uma região muito dispersa, até a mais de 300 quilômetros de distância uns dos outros. Por isso, segundo essas fontes, os especialistas trabalham com a hipótese de que a aeronave tenha se desintegrado ainda em uma elevada altitude. O Le Figaro aponta que isso pode ter ocorrido pela zona de convergência intertropical por onde a aeronave passou, ou mesmo por um atentado terrorista.

No entanto, a companhia aérea alemã Lufthansa afirmou que um de seus aviões, que estava perto da área do Oceano Atlântico onde o Airbus da Air France teria caído na noite de domingo, relatou que não havia condições meteorológicas ruins no momento do acidente. A informação foi divulgada hoje pela rede britânica BBC, citando a empresa alemã. O relato da Lufthansa diverge de outras informações divulgadas anteriormente por meteorologistas.

A companhia aérea Air France informou hoje que mais escombros do avião foram encontrados. O voo 447 levava 228 pessoas e seguiria do Rio de Janeiro até Paris, porém desapareceu no Oceano Atlântico. A investigação do acidente é realizada por autoridades francesas. As informações são da Dow Jones.